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<title>Azul cobalto.</title>
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<title>viperswool</title>
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<title>still time</title>
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<description>Cumprem-se hoje 4 anos sobre a data em que foi ali aberto o &quot;azul cobalto&quot;. Sobre as razões da sua génese já aqui, ali e mais além se escreveu. Sobre a vida de quem o abriu e de quem o manteve (uma pessoa inicialmente, duas e depois três, voltando a uma e depois a duas com o passar do tempo) é que nem ali nem aqui se escreveu ainda que não se tenha fugido à exposição das ideias e, quando necessário, à sua contextualização. Nunca foi um blog de anónimos, desde o início que o nome do(s) autor(es) dos textos...</description>
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<description> Desenhos de Kafka © Franz Kafka, Max Brod &amp; Gallimard (1945/49) &quot;Forte averse. Offre-toi à la pluie, laisse ses flèches d&apos;acier te percer, glisse à travers l&apos;eau qui veut t&apos;entraîner, et malgré tout demeure, attends, debout, le soleil qui t&apos;inondera brusquement et sans fin.&quot; Desenho e excerto dos Carnets de Franz Kafka, in Brod, M. (1949). Franz Kafka - Souvenirs et Documents. Paris: Gallimard. (Trad. alemão-francês por Hélène Zylberberg)...</description>
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<title>Se a memória existe</title>
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<description>há alturas na vida em que não necessito que seja mais do que um espólio de fragmentos seleccionados pelo esquecimento. À saída da infância perdi para a lareira de uma guerra de outros toda a biblioteca que o meu pai construiu, e que consigo transportou através dos continentes por onde a vida o fez andar, ao longo de mais de vinte anos. Desses livros por onde aprendi realmente a ler, tantas vezes às escondidas, guardei uma memória agarrada à das terras onde os fui conhecendo e, fosse por capricho ou, mais provavelmente, por temor de desilusão, fiz questão de não...</description>
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<title>still no picked fences</title>
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<description>&quot;We want nothing, to do with anything, that&apos;s over that hedge!&quot; Verne in &quot;Over the Hedge&quot;, realização de Tim Johnson e Karey Kirkpatrick (2006)...</description>
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<title>Oráculos &amp; adivinhações &amp; abduções &amp; mitomanias</title>
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<description>Há duas vias para consultar os deuses e o destino: uma consiste em desencriptar as mensagens enigmáticas que intermediários recolhem junto dos deuses (a via intuitiva referida por Platão), a outra em interpretar sinais provenientes do meio (a via indutiva). Mau grado o insucesso de Nícias (a luz selenita pode ser muito ilusória, já dizia o poeta das rimas leoninas), nem sempre crer nos oráculos significa renunciar a toda a racionalidade (a via dedutiva), apenas a alguma. A necessária para compreender que os deuses (cuja existência, tal como a do destino, não se questiona) não serão tão todo-poderosos quanto se...</description>
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<title>&apos;tá de chuva!</title>
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<description>Não terá sido por acaso que Hannah Arendt considerou sua favorita, e &quot;uma das maiores histórias de amor de toda a literatura&quot;, esta versão de Broch de um Don Juan no feminino. É a imagem do ressentimento vazio e da prepotência cega, a que são alheios o afecto e a compaixão, escrava dos desejos e da violência até à crueldade a quem a ilusão de juiz plenipotenciário sobre a vida e a ética dos outros (que não da sua) torna imune à bondade e que nada nem ninguém parece saber parar na descida aos infernos para onde se arrasta levando...</description>
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<title>moon silver proof</title>
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<description> Wn - 06 &quot;I love those moments. I like to wave at them as they pass by.&quot; Jack Sparrow, in Pirates of the Caribbean: Dead Man&apos;s Chest (2006), realização de Gore Verbinski...</description>
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<title>Raciocionar 1 - Mitificar 0</title>
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<description>(muda aos 3 acaba aos 6)) - À alma não se aplica o conceito de ‘simplicidade’ (versus complicação) mas sim o de ‘coesão’ (versus dispersão/diversidade). A alma é um constituinte coeso e por isso fortemente ligado ao conceito de individualidade, por mais que algumas corrente filosóficas, certamente sob o efeito da ginginha, queiram fazer levar a crer o contrário. - Com princípio, claro. Tudo o que tem movimento, vida – animae – precisa dum princípio (a física e o bilhar explicam). Tal como toda a animação precisa de alguém mais descarado que dê o pontapé de saída. - A alma...</description>
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<title>&quot;Eu gosto é do Verão&quot; (*)</title>
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<description>(silly season quiz) A bem dizer e à distância, há a tentação de desculpar Platão por estar de atestado (o artigo 102 não se aplicava) aquando da morte de Sócrates. Mas também a de sentir uma levíssima irritação (de reconhecimento) pela precisão cirúrgica com que Hegel afirma, a propósito do Fédon do ausente, que mitifica onde não pode raciocinar. Posto isto, quem, sim quem?, se atreverá a considerar aporias (entre todas as que por lá andam, um pouco menos que gente a esta hora nas praias, felizmente) questões simples e refrescantes como estas, encontradas na notícia histórico-filosófica a uma edição...</description>
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<title>Bolsa de valores #7</title>
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<description>A arte de António Jorge Gonçalves....</description>
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<title>&quot;Così è (se vi pare)&quot; (*)</title>
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<description>Porque será que tantos autores dos blogs fazem tanta, e com tão grande prolixidade, questão de falar nas &quot;suas verdades&quot; sobre o que, de todo, não sabem, como é o caso das razões efectivas na génese do actual conflito Israel - Líbano? Será impossível a tão ciosas almas compreender que nem que se esbulhem e esmifrem virão alguma vez a saber senão uma ínfima parte do que é vendido por quem sabe o que faz (chama-se propaganda ideológica e quem viveu a guerra colonial conhece-lhe bem o poder) às agências noticiosas como quem dá milho envenenado a pombos lerdos?...</description>
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<title>Ex-toissismo</title>
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<description> Langenlois - 06 &quot;A man can convince anyone he&apos;s somebody else, but never himself.&quot; Roger &quot;Verbal&quot; Kint, in The Usual Suspects (1995), realização de Bryan Singer...</description>
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<title>Como quem empresta kleenex e receita aprazolan</title>
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<description>(a propósito de choros e insónias doutros e em alternativa à fatuidade da arrogância de quem se afoga nas certezas) &quot;Viver uma vida feliz, irmão Gálion, todas as pessoas o desejam, mas quando se trata de compreender em que consiste a vida feliz, tudo se toma menos claro; por isso, não é fácil conseguir ter uma vida feliz e, se nos enganamos no caminho, quanto mais nos apressamos em obtê-la, mais dela nos afastamos: quando se segue o caminho contrário, a velocidade só aumenta a distância. [...] De facto quanto errarmos por aqui e por ali sem outro guia para...</description>
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<title>As palavras de outros #n</title>
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<description>&quot;Escuta com os teus ouvidos: troca as posições e adivinha qual é o juiz e qual é o ladrão.&quot; Shakespeare, &quot;Rei Lear&quot;, 4.5...</description>
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