Ao contrário da Alexandra, acredito que o corpo guarda, à sua maneira e de uma forma que nem sempre será a que se idealizou mas porventura bem mais sábia, marcas de todas as coisas importantes que nos acontecem na vida. Reconhecê-las poderá advir de um acaso ou de uma necessidade. Identificá-las será, em tantos casos, um exercício de criptografia. Sobreviver-lhes é, em todo o caso, uma acrobacia ao jeito de bungee-jumping com a alma.
Publicado por m. em julho 19, 2006 12:30 PM