junho 05, 2006

Ponto de arroz

Há-de sempre comover-me a sensatez, a inocência e a compaixão à la carte das almas determinadas que, não dando ponto sem nó, alcançam a santidade (bem como a utilidade e o status, há que convir) de uma toalha de altar. É isso e quem, depois de lhes fornecer de boa fé todos os aviamentos, sabiamente gasta o que lhe resta do olhar no dedal inútil para evitar reparar nas linhas com que se coseu.

Publicado por m. em junho 5, 2006 11:45 PM
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