“Away with love-verses, sugar’d in rhyme, the intrigues, amours of idlers
(…)
To you ye reverent sane sisters,
I raise a voice for far superber themes (…)
(…)
For every man to see to it that he really do something(…);
To use the hammer and the saw
To cultivate a turn for carpentering, plastering, painting,
To work as tailor, tailoress, nurse, hostler, porter,
To invent a little, something ingenious, to aid the washing, cooking, cleaning,
And hold it no disgrace to take a hand at them themselves.” (*)
Pero preciosas, chacun no seu devido place. E em vos faltando destes homens prendados, consolem-se sabendo que as obras de carpintaria do menino Jesus também só aparecem nos apócrifos; fora destes foi uma alegria a receber festas e bálsamos perfumados, condescender com pecadoras, baralhar sumos-sacerdotes, e aviar com demónios para o meio de varas de porcos, entre outras avarias mais ou menos parabólicas (**)
(*) in ‘Leaves of Grass’ de Walt Whitman, na edição bilingue da Relógio d’Água apanha-se pelas páginas 350-352
(**) esta parte não se apanha em lugar nenhum de edição nenhuma porque os editores podem andar tesos mas não são toscos, a não ser que fizessem edições bifidilingues. © a.